terça-feira, 25 de abril de 2017

Adhemar Ferreira da Silva

Adhemar Ferreira da Silva (1927-2001) atleta paulista, foi o primeiro bicampeão olímpico, em salto triplo do país. Sua primeira competição foi o Troféu Brasil, obtendo a marca de 13,05 metros. Foi tricampeão pan-americano e pentacampeão sul-americano.
Foi dez vezes campeão brasileiro e colecionou mais de 40 títulos internacionais. Adehemar Ferreira da Silva, bicampeão olímpico na modalidade salto triplo, nasceu em 29 de setembro de 1927, na cidade de São Paulo, no bairro da Casa Verde. Filho de um ferroviário e de uma cozinheira, começou a trabalhar cedo para ajudar nas despesas domésticas.
Adhemar Ferreira da Silva entra pela primeira vez em uma pista de atletismo, com 18 anos, levado por um amigo. Entusiasma-se e inicia os treinamentos, na hora do almoço, no intervalo do trabalho. Sua primeira competição foi o Troféu Brasil em 1947, obtendo a marca de 13,05 metros. Adhemar Ferreira da Silva destaca-se no salto triplo, modalidade da qual se torna recordista sul-americano e mundial. Representa o Brasil nas Olimpíadas de Helsinque, na Finlândia, em 1952, em que conquista a medalha de ouro.
Numa mesma tarde bate quatro vezes o recorde olímpico, chegando a saltar 16,22 m, marca que supera em 21 cm o recorde anterior, de 16,01 m. Foi pentacampeão sul americano e tricampeão pan americano (1951,1955 e 1959). Em 1956, em Melbourne, na Austrália, fica outra vez com o ouro e estabelece novo recorde de 16,35 m. Venceu o campeonato luso brasileiro em Lisboa no ano de 1960. Adhemar foi atleta do São Paulo Futebol Clube e do Clube de Regatas Vasco da Gama. Encerra sua carreira, na prova realizada no Complexo Esportivo do Maracanã, no Rio de Janeiro, no dia 1 de outubro de 1960.
No mesmo ano, tuberculoso, é desclassificado nos Jogos de Roma e desde então, não participa mais de Olimpíadas. Forma-se em educação física na Escola do Exército, em direito na Universidade do Brasil e em relações públicas. Entre 1964 e 1967 é adido cultural na Embaixada Brasileira em Lagos, na Nigéria. Depois de anos trabalhando para o Estado, em atividades ligadas ao atletismo, assume em 1996 o cargo de coordenador da área de esportes das Faculdades Santana, em São Paulo. Adhemar Ferreira da Silva morreu no dia 12 de janeiro de 2001.

Biografia retirada de e-biografias

domingo, 23 de abril de 2017

Anderson Silva

Anderson Silva (1975) é um lutador brasileiro, recordista de vitórias da UFC- Ultimate Fighting Championship. Considerado o melhor do mundo, foi campeão na categoria pesos médios. Sua especialidade é o Muay Thai.

Anderson Silva nasceu em São Paulo. Desde cedo, já treinava Taekwondo e tornou-se faixa preta com 18 anos. Também lutou Jiu-jitsu. Tentou ser jogador de futebol, quando fez um teste para jogar no Corinthians.

Sua trajetória no UFC foi vitoriosa. Ganhou inicialmente o evento chamado GP em duas lutas seguidas, sendo campeão. Depois ganhou várias lutas no Mecca, outro evento famoso mundialmente. Participou do Shooto, credenciando-se para ganhar o cinturão numa luta com o japonês Hayato Sakurai. Em 2001, conquistou seu primeiro cinturão lutando contra outro japonês Hayato Sakurai. No Pride, sofreu uma derrota, mas posteriormente, ganhou o cinturão do Cage Rage 8.

Fez sua primeira luta no UFC em 2006. Ganhou o cinturão vencendo a segunda luta contra Rich Franklin na categoria pesos médios. O lutador tornou-se imbatível no UFC. Sua luta mais difícil para manter o cinturão foi contra Chael Sonnen, vencendo no quinto assalto.

Em 2011, ganhou o prêmio “Nocaute do Ano”, por ter nocauteado Vitor Belfort ainda no primeiro assalto. É o recordista de vitórias pela UFC.

Notícia retirada daqui

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Helen Willis Moody


Tenista norte-americana de fama mundial e uma das mais extraordinárias de todos os tempos. Arrecadou o mais brilhante palmarés da história do ténis, até à data. Foi campeã olímpica em 1924. Ganhou sete vezes o Open dos EUA (1923, 1924, 1925, 1927, 1928, 1929 e 1931).Oito vezes Wimbledon: (1927, 1928, 1929, 1930, 1932, 1933, 1935 e 1938) e quatro vezes Roland Garros. Teve ainda mais prémios na modalidade jogando em pares. Foi nove vezes campeã do mundo. Depois de abandonar o ténis dedicou-se à pintura. Casou em 1939 e acrescentou ao nome o apelido Roark, mas ficou sempre conhecida pelo nome de solteira. Uma biografia curta numa mulher de fibra cheia de determinação e sucesso.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Ademar Ferreira da Silva

Atleta paulista. Bicampeão olímpico na modalidade salto triplo. Nascido em 29 de setembro de 1927 na cidade de São Paulo, no bairro da Casa Verde. Filho de um ferroviário e de uma cozinheira, começa a trabalhar cedo para reforçar o orçamento doméstico e só aos 18 anos entra pela primeira vez em uma pista de atletismo, levado por um amigo. Entusiasma-se e passa a treinar duas ou três vezes por semana, na hora do almoço, por causa do trabalho. Destaca-se no salto triplo, modalidade da qual se torna recordista sul-americano e mundial. Representa o Brasil nas Olimpíadas de Helsinque, na Finlândia, em 1952, em que conquista uma medalha de ouro. Numa mesma tarde bate quatro vezes o recorde olímpico, chegando a saltar 16,22 m, marca que supera em 21 cm o recorde anterior, de 16,01 m (o atual é 18,09 m, estabelecido em 1996, em Atlanta). Quatro anos mais tarde, em Melbourne, na Austrália, fica outra vez com o ouro e estabelece novo recorde, de 16,35 m. Em 1960, tuberculoso, é desclassificado nos Jogos de Roma e, desde então, não participa mais de Olimpíadas. Forma-se em educação física, em direito e em relações públicas. Entre 1964 e 1967 é adido cultural na Embaixada Brasileira em Lagos, na Nigéria. Depois de anos trabalhando para o Estado, em atividades ligadas ao atletismo, assume em 1996 o cargo de coordenador da área de esportes das Faculdades Santana, em São Paulo. 

Informação retirada daqui

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ademir Marques Menezes

Jogador de futebol, conhecido como Ademir Queixada, nasceu no Recife, Pernambuco, em 1922. Foi jogador do Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, campeão carioca várias vezes. 

Era considerado um dos melhores centroavantes brasileiros e integrou a seleção que foi vice-campeão da Copa do Mundo de 1950. Morreu no Rio de Janeiro, em 1996.

Informação retirada daqui

terça-feira, 11 de abril de 2017

Marta Graham (1894-1991)


Norte-americana, foi um dos mitos da dança moderna. Nasceu em Nova Iorque, numa família rica, e a sua trajectória artística passou por experiências várias, onde aliou a escola clássica com a coreografia moderna. De 1913 a1916 estuda teatro e dança. Deu o primeiro recital, em Abril, no 48th Street Theatre de Nova Iorque. Criou a sua própria companhia de bailado, em 1930, e em 1938 fundou a Martha Graham School of Contemporary Dance, por onde passaram futuros grandes bailarinos. Em 1944 criou o bailado Appalachiam Spring, em colaboração com Isamu Noguchi, com quem viria a trabalhar largos anos, criando coreografias famosas. Casou em 1948 com Erick Hawkins, também ligado ao bailado. Os seus temas favoritos foram a recreação de temas mitológicos e clássicos, como “Clistemnestra”, 1958 e “Fedra”, 1962. Uma das suas coreografias mais conhecidas é “Lúcifer”, que, em 1975 escreveu para Margot Fonteyn e Rudolfo Nureyev, então o par número um do bailado mundial. Quando faleceu aos 96 anos era já uma "imortal".

Biografia retirada daqui

domingo, 9 de abril de 2017

Carlota Grisi (1819-1899)


Bailarina clássica italiana. Estudou na Escola de Ballet do Teatro La Scala de Milão. Ali conheceu Perrot, em 1825, que foi seu mestre, par de dança e depois marido. Carlota foi a primeira intérprete do bailado romântico, “Giselle”, um dos mais conhecidos bailados de todos os tempos. Tudo começou quando o poeta e crítico Gautier se apaixonou por Carlota Grisi então casada com Perrot. Resolveu criar para ela um espectáculo que fosse a encarnação do ideal artístico do Romantismo, tendo como tema o amor que mata inspirado em lendas alemãs. A obra é fruto de uma concepção conjunta de Théophile Gautier, Jean Coralli e Vernoy de Saint-Georges, com música de Adolphe Adam e coreografia de Coralli e Jules Perrot. "Giselle" é uma tragédia romântica. O bailado composto em 1841, conta é a história de uma camponesa que se apaixona por um lenhador que, na verdade, é um príncipe disfarçado. Tudo acaba em tragédia. Carlota Grisi foi primeira bailarina em todos os grandes bailados da época. Viajou pela Europa com enorme sucesso e viveu na Rússia de 1850 a 1853. Em 1854 retirou-se de cena.

Biografia retirada daqui

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Carolina Otero Iglesias


A Bela Otero, de seu nome Carolina Otero Iglesias, foi uma bailarina espanhola, lindíssima, também conhecida como a "sereia do suicídio". A sua vida fez correr rios de tinta e de sangue. Foi amada por seis reis: Afonso XIII, Leopoldo II da Bélgica, Nicolau II da Rússia, o futuro rei Eduardo VIII (duque de Windsor), Alberto I do Mónaco e Guilherme II da Alemanha, bem como pelo multimilionário Kennedy, pai do presidente dos EUA assassinado. O banqueiro Vanderbilt pediu-lhe: "Arruina-me, mas não me abandones". Esta espanhola, nascida pobre perto de Pontevedra, em 1868, seria considerada a mais famosa bailarina europeia, do início do séc. XX. Paris vivia a belle époque. A Bela Otero percorreu o mundo inteiro. Os jornais davam constantes notícias dos seus amores. Tinha o vício do jogo e perdeu fortunas no casino de Monte Carlo. Saturada da vida mundana, em 1944, retirou-se para proteger os mais necessitados de Niza (Espanha). Fez testamento a favor dos pobres, embora conste que morreu na penúria. Deixou um diário com o título Memórias.

Informação retirada daqui
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